últimos bruaás

Loja Bruaá

"Estava a Pensar..." no Deus Me Livro

Quem tem ou já teve filhos pequenos, muitas vezes terá passado pelo pesadelo de tentar vestir a indomável criança que, sabe-se lá porquê, parece estar com a cabeça entre a lua e o sol. Em “Estava a pensar…”, livro escrito por Sandol Stoddard e concebido e ilustrado por Ivan Chermayeff, viajamos através do imaginário de um petiz que, sem parecer dar muito por isso, vai resistindo a ficar vestido da cabeça aos pés. 
Continuar a ler o texto de Pedro Silva


"Herberto" na Rua de Baixo

Cada lesma na sua alface Num mundo cheio de gente e escasso em tempo, sobra pouco espaço para olharmos para dentro, para olharmos para nós mesmos e, então, sabermos quem realmente somos e qual a nossa missão na vida que temos. Isolados. Aumentados. Cheios da importância e das capacidades que trazemos connosco, tantas vezes sem reparar, acabamos por gastar os dias a admirar os outros, a observar os outros, a querer ser os outros, sem sabermos verdadeiramente o que somos capazes de fazer. 

Amanhã, na Praia da Claridade


A Bruaá lá estará

Dia 2 | 10h | O tigre na rua e outros poemas
Dia 3 | 11h | O Jardim de Babaï
Dia 8 | 11h | A rainha das rãs não pode molhar os pés
Dia 9 | 11h | Esqueci-me como se chama


Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer...

Na revista Atual/ Expresso

Texto de Sara Figueiredo Costa

No jornal Público

Uma lesma chamada Herberto tem uma vida feliz e cheia… de alface. Comer e dormir – assim é o quotidiano da lesma e dos seus amigos. Mas um dia a alface acaba, é preciso partir em busca de alimento e Herberto faz-se ao caminho. Sozinho. Nesse percurso, conhece uma aranha e, vendo-a tecer, diz-lhe: “Oh, que bela teia! Quem me dera poder tecer um padrão assim tão bonito com essa habilidade.” A resposta não foi muito simpática, pois a aranha receou que Herberto estragasse a sua “obra-prima”. Ler mais 

Na revista Visão


O apressado e o contemplador

Quem não falou já com uma criança e teve a nítida sensação de que ela estava completamente noutro mundo? Mesmo que aparentasse manter-se neste, percebia-se que vivia em modo deslumbrado, imaginativo e fora do alcance de quem entretanto cresceu, tem horários a cumprir e compromissos agendados. Todos muito importantes e prioritários, claro! Pois é disso que trata este livro delicioso. Um adulto, pai ou mãe, inicia a sua rotina matinal: acorda a criança, pede que se lave, que se vista, que se calce. “Depressinha” e “por favor!”... Continuar a ler


"Herberto" de Lara Hawthorne

Herberto é uma lesma e para ele a vida não podia correr melhor. A sua ocupação diária: comer montanhas de alface com os seus amigos até a sua barriga ficar cheia e ser hora de dormir. No entanto, um dia, mais um em busca da alface mais saborosa que possa encontrar, Herberto cruza-se com alguns animais muito ocupados nas suas criações. Admirado com as capacidades extraordinárias que demonstram, Herberto elogia estes verdadeiros artesãos, enquanto secretamente deseja criar como eles. Mas não consegue. Pelo menos assim o pensa. As boas notícias serão dadas por uma mariposa.
Este é o primeiro livro de Lara Hawthorne, uma talentosa nova artista que certamente deixará um rastro na nossa memória com esta história sobre a necessidade de criar que levamos dentro de nós. Afinal, todos nascemos artistas. Não é assim, senhor Picasso? - FOLHEAR


Para a semana há mais uma novidade.


Na Feira do Livro de Lisboa, algures entre o pavilhão C12 e C14, há Bruaá, Planeta Tangerina, Bags of Books, Eterogémeas, Margarida Botelho e Serrote.

Até amanhã, Santo Tirso.












Clicar para aumentar

Em breve nas livrarias.



















Uma cena de todos os dias: um adulto apressado tenta que uma criança obedeça ao seu ritmo e aos seus pedidos. Do outro lado, uma imaginação sem horários e sem pressas que parece crescer a cada frase impaciente do adulto. Dois mundos em rota de colisão de onde sobressai o mantra “Estava a pensar...”, uma torrente de pensamento nascida da constante curiosidade pelo mundo e do encantamento pelas coisas que nos rodeiam, desde as partículas de pó que flutuam e brilham ao sol até aos números mais selvagens que ousemos pensar: um bilião, um zilião, um muitilião, um gorilião, um rinocerilião, um elefantilião. Um livro que celebra a liberdade de sonhar acordado e que nos lembra os versos do poeta: “Podeis dar-lhes o vosso amor mas não os vossos pensamentos / porque eles tem pensamentos próprios. Podeis acolher os seus corpos;/ mas não as suas almas,/ porque as suas almas habitam a casa de amanhã/ que não podeis visitar,/ nem sequer em sonhos.”

Folhear

Na Feira do Livro de Coimbra

À vossa espera na Feira do Livro de Coimbra.
De 23 de Maio a 1 de Junho no Parque Manuel Braga.

Próximo livro quase pronto.

Clicar na imagem para aumentar.

Parabéns, rinoceronte.

Quem quer um rinoceronte barato? Conheço um que fez anos hoje.


Comme un secret pour toi

"Guarda como um segredo" publicado em França pela editora Hélium.

Exposição de Ninamasina em Milão

Ivan Chermayeff: About faces

Duas das colagens que fazem parte da exposição Ivan Chermayeff: About faces, patente até 19 de Abril na Galeria Pavel Zoubouk Gallery em Nova Iorque.


































Red Talker, 1995


































Girl, 2000

Prints Ivan Chermayeff

Oportunidade única para adquirir 6 edições limitadas (25) assinadas por um dos melhores designers gráficos do mundo. - Ver colecção completa.

Dimensão: 28x35.5 cm
Preço: 25€ (portes gratuitos)
Enviem-nos um email para shop@bruaa.pt com o vosso pedido. O pagamento poderá ser feito através de transferência bancária ou Paypal.


Como as cerejas

Alguns trabalhos realizados a partir das ilustrações do Gonçalo Viana durante o jogo/ oficina 25 CEREJAS E MAIS UMA?, dinamizado por Joana Paz, Dulce Gonçalves e Danuta Wojciechowska na exposição “Como as cerejas!”. A exposição estará patente no CCB/ Fábrica das Artes até dia 1 de Abril.


Escreve-se para...

Porque contrariamente ao que muitos pensam, não se escreve para entreter, embora a literatura seja um dos melhores entretenimentos que existe, nem se escreve para aquilo que se chama "contar histórias", embora a literatura esteja cheia de relatos geniais. Não. Escreve-se para prender o leitor, para nos apropriarmos dele, para seduzi-lo, para o subjugar, para entrar no espírito do outro e ali ficar, para o emocionar, para conquistá-lo... 


Enrique Vila-Matas
in "Kassel não convida à lógica"


Daniil Harms aos 7 anos

Daniil Harms com a sua rede caça-ideias.

Remodelações na monarquia sueca.

"A rainha das rãs não pode molhar os pés" numa edição da Alvina Förlag.  


Já começou

Clicar para aumentar
 

© Bruaá Edição e Design | baseado num tema de Rodrigo Galindez